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Meio Ambiente

Lagosta é encontrada com marca de refrigerante ‘tatuada’ na garra

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Fato revela como o lixo produzido pelo homem afeta a vida marinha

Uma lagosta capturada nas águas de Grand Manan, em New Brunswick, no Canadá, traz na carapaça as marcas do lixo despejado pela Humanidade nos oceanos. Em uma de suas garras está uma “tatuagem” do logotipo de um refrigerante. Karissa Lindstrand, que estava no barco de pesca quando o crustáceo foi capturado, contou ter pensado se tratar de uma lata, mas ao olhar melhor, percebeu que as cores estavam impressas no animal.

— Parecia uma impressão feita diretamente sobre a garra da lagosta — contou, em entrevista ao “Guardian”.

Nem ela nem qualquer outro pescador da tripulação havia visto algo parecido. O fato levantou o debate sobre como isso teria acontecido. Alguns sugeriram que a lagosta poderia ter crescido presa a uma latinha, outros especulam que ela ficou presa numa caixa de latas. Para Karissa, nenhuma das duas teorias fazem sentido. Segundo ela, a marca na garra parece ter vindo de uma imagem impressa, e o papel teria se deteriorado no oceano.

— Eu ainda estou tentando trabalhar meu cérebro para compreender o que exatamente aconteceu — disse.

Uma coisa é certa: a lagosta teve, de alguma forma, contato com lixo produzido pelo Homem, e isso é uma preocupação crescente para os ambientalistas. Todos os anos, entre 5 milhões e 13 milhões de toneladas de plástico são despejados nos oceanos, tanto que pesquisas sugerem que em 2050 haverá mais plástico do que peixes nos mares.

Um estudo recente estimou que existam 38 milhões de pequenos pedaços de plástico, pesando ao todo mais de 18 milhões de toneladas, num dos lugares mais remotos do mundo, um atol desabitado no Pacífico Sul. Pesquisadores encontraram caranguejos vivendo em casas improvisadas em garrafas e outros objetos de plástico. Para Karissa, a lagosta “tatuada” espelha a quantidade de lixo que jogamos nos mares.

— Nós não vemos flutuando quando estamos em alto mar, mas vemos ao longo das costas — comentou. — É a primeira vez que vejo algo assim, e é bem legal. Ruim, mas legal.

O Globo

 

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Botucatu

Vegetação nativa aumentou nos últimos dez anos em Botucatu

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Botucatu ampliou a sua cobertura vegetal nativa nos últimos dez anos, é o que aponta o levantamento realizado pelo Instituto Florestal – IF, órgão vinculado à Secretaria da Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

O novo inventário florestal paulista compara os dados de 2020 com 2010 e aponta que Botucatu tem atualmente 19,7% de cobertura de vegetação nativa. Em 2010 o levantamento apontava que a Cidade tinha 15,4% de vegetação nativa.

“Neste período, Botucatu teve um acréscimo de 4,3% de cobertura de vegetação, o que é certamente um ganho para a qualidade do meio ambiente como flora, fauna e principalmente nossas nascentes. Este novo dado do Instituto Florestal aponta que Botucatu está no caminho certo. Precisamos lembrar que este aumento desta vegetação nativa se deve principalmente a consciência e colaboração de nossos produtores rurais, bem como a programas de incentivo e cuidados com nossas nascentes e conservação de solo”, destacou o Secretário Municipal do Verde, Márcio Piedade Vieira.

Reclassificação no Programa Município VerdeAzul

Botucatu passou de 6º para o 4º lugar no ranking geral de 2019 do Programa Município VerdeAzul do Estado de São Paulo. A reclassificação ocorreu após um pedido de revisão da nota.

“Ao longo do ano passado, nós desenvolvemos um trabalho sólido e por isso nós não concordamos com a nota. Pedimos a reavaliação, que demorou a sair, mas enfim conseguimos melhorar nossa colocação neste ranking”, salientou o Secretário Márcio Piedade Vieira.

Botucatu passou da nota 93,01 para a nota 94,01, conquistando o 4º lugar geral no Estado e o 1º entre os municípios da Bacia Hidrográfica Sorocaba Médio Tietê.

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Botucatu

Botucatu é 6ª colocada no Programa Município VerdeAzul

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Uma delegação de Botucatu participou na tarde desta quarta-feira, 04, no auditório Ulysses Guimarães, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, da divulgação do ranking do Programa Município VerdeAzul (PMVA), realizado pela Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo.

Dentre os 613 municípios, a Cidade ficou na 6 posição, com a nota 93,01. Os cinco municípios melhores colocados foram: São José do Rio Preto, a campeã no ranking geral, com 97 pontos, seguida por Bragança Paulista (94,74) e Novo Horizonte (94,23). Na 4ª posição apareceu Salto (93,96) e Itu na 5ª (93,39).

O PMVA tem o propósito de incentivar, apoiar e medir de maneira descentralizada a agenda ambiental em todas as regiões de São Paulo.

“O ranking é uma média dos últimos dez anos do programa, o que nos mostra o comprometimento da nossa equipe da Secretaria do Verde e também de todos os munícipes, empresas e instituições parceiras, que se empenham para desenvolver ações ambientais em Botucatu. Sem a colaboração de todos, jamais teríamos alcançado resultados tão expressivos”, salientou Márcio Piedade Vieira, Secretário do Verde.

Ao todo, 92 cidades receberam certificação por notas também acima de 80 pontos e 62 foram qualificadas ao obterem notas entre 60 e 79,9 no ranking geral até 100.

Atualmente, os municípios participantes colocam em prática 85 tarefas divididas em dez diretrizes da agenda ambiental local com base em temas estratégicos, como Município Sustentável; Estrutura e Educação Ambiental; Conselho Ambiental; Biodiversidade; Gestão das Águas; Qualidade do Ar; Uso do Solo; Arborização Urbana; e Esgoto Tratado e Resíduos Sólidos.

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Meio Ambiente

Líderes mundiais querem ampliar luta contra aquecimento global

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EUA, China, Japão e Índia ficam de fora da COP 25, em Madri

Líderes mundiais prometeram ampliar a luta contra o aquecimento global no primeiro dia da COP25, a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, que está sendo realizada em Madri, na Espanha.

Ela reúne líderes de mais de 30 países. Os participantes se comprometeram a agir nos termos do Acordo de Paris, que deverá ser implementado no ano que vem.

No entanto, os líderes dos maiores emissores dos gases causadores do efeito estufa, incluindo os Estados Unidos, a China, a Índia e o Japão, não participam do encontro.

Os EUA, o segundo maior emissor desses gases no mundo, anunciou oficialmente a sua retirada do Acordo de Paris em novembro.

Na sessão de abertura da conferência, António Guterres, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), reforçou que a única forma de conter o aumento das temperaturas globais abaixo de 1,5 grau Celsius acima dos níveis pré-industriais é visar a neutralização das emissões de carbono até 2050.

Guterres pediu que as pessoas “entrem no caminho correto hoje, não amanhã” e disse que a conferência vai oferecer a oportunidade para que isso seja feito.

Por NHK (emissora pública de televisão do Japão)  Madri

 

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