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Educação

Com João Cury, FDE fecha 2017 com mais de 2 mil obras

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João Cury, Presidente do FDE, comemora avanços, mas afirma que há muito a ser feito.

No ano em que comemorou 30 anos de funcionamento, a Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE) fechou 2017 com resultados bastante expressivos. Levantamento realizado pela Diretoria de Obras e Serviços (DOS) revela que o órgão concluiu ou mantém em execução, por conta própria ou em parcerias com os municípios, mais de 2 mil obras.

Criada em 23 de junho de 1987, a FDE é responsável por viabilizar a execução das políticas educacionais definidas pela Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, implantando e gerindo programas, projetos e ações destinadas a garantir o bom funcionamento, o crescimento e o aprimoramento da rede pública estadual de ensino.

“Apesar da crise que vem afetando o país, os estados e os municípios, 2017 foi um ano extremamente positivo. Avançamos na busca para soluções e eficácia dos processos utilizando novas tecnologias para elaboração de projetos, orçamentos e acompanhamento de obras. Com uma estrutura enxuta e recursos bastante reduzidos, encerramos o ano com mais de dois mil projetos elaborados e duas mil obras, concluídas e em execução, quase eliminando o número de obras paralisadas”, afirma Selene Augusta de Souza, responsável pela Diretoria de Obras e Serviços (DOS).

O balanço aponta que, de maneira direta, a FDE executou e concluiu 1.083 obras, sendo 8 novas escolas, uma ampliação, 37 intervenções de acessibilidade, 9 melhorias em quadras e 1.028 reformas em unidades escolares. O investimento total nesse conjunto de serviços foi superior a R$ 158 milhões. Outras 751 obras se encontram em andamento e incluem a construção de 7 novas escolas, 6 ampliações, 54 intervenções de acessibilidade, 11 melhorias em quadras e 673 reformas. O investimento ultrapassa R$ 209 milhões.

Mesmo com as dificuldades impostas pelos problemas financeiros que o país atravessa, a quantidade de obras executadas em parceria com os municípios também foi expressiva em 2017. Foram concluídas 75 novas creches, 11 escolas, além de ampliação e obras de acessibilidade e em quadras esportivas, num total de R$ 159 milhões. E se encontram em andamento mais 322 obras, que somam R$ 508 milhões em investimentos. Entre elas constam 295 novas creches e 12 novas escolas.

Entre as obras executadas de forma direta e em parceria com os municípios, seja através de convênios do Programa Creche Escola do Governo do Estado ou com recursos do PAC do Governo Federal, a FDE esteve envolvida na execução de 2.245 obras, que somaram mais de R$ 1 bilhão.

“No meu entendimento, mais do que os números, temos que ressaltar que mesmo com as dificuldades financeiras que o país atravessa, o estado de São Paulo continuou investindo de forma vigorosa na educação. O governador Geraldo Alckmin e o secretário Nalini mantiveram intacto o compromisso assumido de avançar na melhoria do ensino e da estrutura das unidades escolares espalhadas por todo o estado. E puderam contar, mais uma vez, com respaldo técnico e a reconhecida competência da equipe da FDE. Em 2017 reforçamos as parcerias com os municípios, ouvimos bastante os gestores e as lideranças locais e pudemos comemorar vários avanços. Mas ainda há muito a ser feito. A palavra de ordem para 2018 é trabalho”, afirma o presidente da FDE, João Cury.

Brasil

Gabaritos do Enem digital já estão disponíveis; confira

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Candidatos também podem consultar o resultado no site do Inep

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) publicou no fim da tarde de hoje (10) os gabaritos das questões objetivas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020, versão digital. Os gabaritos também podem ser conferidos no site do instituto.

As provas da versão digital do exame foram aplicadas nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. A versão impressa ocorreu nos dias 17 e 24 de janeiro. Cerca da metade dos inscritos no Enem impresso e aproximadamente 70% dos inscritos no Enem digital faltaram às provas.

O resultado final, tanto da versão impressa quanto da digital e da reaplicação, será divulgado no dia 29 de março.

As notas do Enem podem ser usadas para concorrer a vagas no ensino superior, por meio de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), em instituições públicas de ensino superior, o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas de estudo em instituições privadas, e o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).

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Botucatu

Justiça derruba liminar e permite retorno das aulas presenciais no estado de São Paulo

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Nova decisão suspendeu os efeitos da liminar que barrava decreto de Doria que permitia aulas presenciais mesmo se o estado registrasse piora nos índices da pandemia de Covid-19. Aulas presenciais estão previstas para começar no dia 1º fevereiro e nas estaduais, no dia 8.

O Tribunal de Justiça de São Paulo derrubou nesta sexta-feira (29) a liminar que determinava a suspensão do retorno das aulas presenciais no estado de São Paulo. A decisão valia para escolas públicas e privadas.

Ao conceder a nova decisão, a Justiça atendeu a um pedido do governo de São Paulo e possibilitou que as aulas presenciais sejam permitidas no estado mesmo nas fases mais restritivas do plano estadual. As aulas presenciais estão previstas para começar no dia 1º de fevereiro e nas estaduais, no dia 8 de fevereiro (leia mais abaixo).

Atualmente, o estado tem seis regiões na vermelha e onze na laranja – incluindo a capital e a Grande São Paulo. Além disso, todas as regiões do estado entram em fase vermelha aos finais de semana e feriados. Nos dias úteis, esse estágio vale das 20h às 6h.

Em sua decisão, o presidente do Tribunal de Justiça, Geraldo Francisco Pinheiro Franco, afirmou que cabe às famílias decidirem se as crianças devem ir presencialmente às aulas ou não.

“Cabe acrescentar mais uma ponderação: existe a preocupação do Estado, mas sempre prepondera a decisão das famílias. Assim, a decisão final a respeito da participação de cada aluno nas atividades escolares presenciais cabe às famílias, especificamente ao detentor do poder familiar, delimitado nos artigos1.630 a 1.638 do Código Civil, ou ainda ao responsável legal. O Estado tem papel importante na atual quadra, e nem poderia ser diferente. Entrementes, o Estado não substitui a família”, diz o presidente na decisão.

Pinheiro argumentou ainda que a decisão do governo de voltar com as aulas presenciais “está cercada de todas as cautelas necessárias” e que “o retorno dos alunos não será total”.

Segundo o presidente do TJ, tanto as escolas quanto o poder executivo realizaram gastos para possibilitar a reabertura.

“[..] tudo isso revela um amplo planejamento, com expressivo gasto público, o que não pode ser desprezado. Da mesma forma, tudo sugere que o setor privado também efetuou gastos consideráveis e adotou um planejamento abruptamente comprometido em caso de manutenção da liminar em tela”, afirma.

A liminar que suspendia as aulas presenciais atendia a um pedido do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) para barrar decreto do governador João Doria (PSDB) que autorizava a abertura das escolas mesmo se o estado registrasse piora nos índices da pandemia de Covid-19.

A juíza Simone Gomes, da 9ª Vara da Fazenda Pública, havia baseado sua decisão para suspender as atividades presenciais “na proteção ao direito à vida”. Ela defendeu que as aulas presenciais não deveriam ser retomadas em áreas classificadas nas fases laranja e vermelha (a mais restritiva).

Volta às aulas
Inicialmente, a previsão era a de que o início das aulas ocorresse em 1º de fevereiro, mas o governo adiou para o dia 8 do mesmo mês. Ao comunicar a mudança, a gestão Doria estabeleceu ainda que o retorno presencial dos alunos de todas as escolas do estado nas fases laranja e vermelha não seria mais obrigatório.

 

Fonte: G1

 

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Brasil

Bolsonaro anuncia Milton Ribeiro como novo ministro da Educação

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Nomeação já foi publicada no Diário Oficial da União

O presidente Jair Bolsonaro anunciou, nesta sexta-feira (10), a indicação do professor Milton Ribeiro para ministro da Educação. Ribeiro é doutor em educação pela Universidade de São Paulo (USP), mestre em direito pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e graduado em direito e teologia. Desde maio do ano passado, integra a Comissão de Ética da Presidência da República. O decreto de nomeação foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União.

O cargo estava vago desde a semana passada, quando a nomeação de Carlos Alberto Decotelli foi revogada, sem que ele tivesse tomado posse, depois de uma série de inconsistências curriculares terem vindo à tona.

Ribeiro é o quarto ministro da Educação do governo Bolsonaro. Em declarações recentes, o presidente disse que estava buscando um nome de perfil “conciliador” para a função.

Milton Ribeiro tem uma trajetória ligada à Universidade Presbiteriana Mackenzie, onde foi reitor em exercício, vice-reitor e superintendente da pós-graduação lato sensu. Ele também fez parte do conselho deliberativo do Instituto Presbiteriano Mackenzie e da Comissão de Ética e Compliance da mesma instituição.

O currículo de Ribeiro informa que ele já atuou como representante da Universidade Mackenzie na Conferência New Frontiers in the Figth Against Corruption in Brazil at Columbia Law School, no Estados Unidos, e como diretor administrativo da Luz Para o Caminho, agência de produção de mídias da Igreja Presbiteriana do Brasil.

Agência Brasil

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